Queria que você visse
onde fica o circunflexo do meu E.
Que atirasse a corda que atiro
e juntos subíssemos o Aconcágua.
Quando a rocha se desprendesse,
fossem rodas para deslizarmos
com nossas pranchas a surfar,
minúsculos como poeira ao sabor do ar,
gigantes como dominadores dos movimento e equilíbrio,
sinuosos em rodopios e leveza.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Tempo, diamante precioso!
No mesmo momento em que você perde tempo em opinar, outros, mais afoitos, já vão colocando em prática o que pensam.
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