Queria que você visse
onde fica o circunflexo do meu E.
Que atirasse a corda que atiro
e juntos subíssemos o Aconcágua.
Quando a rocha se desprendesse,
fossem rodas para deslizarmos
com nossas pranchas a surfar,
minúsculos como poeira ao sabor do ar,
gigantes como dominadores dos movimento e equilíbrio,
sinuosos em rodopios e leveza.