segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Compreensão do eu

Negar a existência de Deus
É o mesmo que reconhecer a possibilidade de Sua existência
Pois o que está fora da consciência e do senso comum
Não nega a si próprio pois é a essência do inexistir.


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgT3ReLbJrrBSsM3omwsUV-7USrVJdzPomLoiOjpQBLAtC9NeQimb1Aq54shsyZfQaHggIEmi4hLySdeGQBu-oYBSxRQO7bvNjmX3L_xAhG9KIFAL6B2EBajLTnI9w9ZVdyE_hOxRVzbYG4/s400/mar9ae.jpg



Mas se a existência de Deus está condicionada a nossa consciência
O que seria de Deus se seus semelhantes não existissem?
Deus existiria?


Enquanto espírito, o homem é prova de evolução terrena.
Enquanto carne, o homem é prova de que a vida 

É energia e movimento
Mas os limites da compreensão esbarram sempre

Na compreensão dos dogmas
Na aceitação de que ignoramos como seja o efeito do buraco negro
Mostrando as dimensões do cosmos
Dentro de uma única nota musical


Negar a própria existência do eu
É sufocar os instintos dentro de um copo de uísque
Cansado de carregar um corpo
Verruga que dói na fricção com o couro
Quando o que mais se quer é caminhar mais rápido
Chegar mais rápido
Mesmo que seja em lugar nenhum


O homem criou regras sociais para a sociedade
Criou também as exceções para se beneficiar delas
Enquanto prá uns a reclusão se dá por cortar uma árvore secular
P´ra outros a pena é a aposentadoria compulsória

Enquanto vive e seu cônjuge viver.

Esqueceu-se que enquanto homem é castelo de areia
Que com um sopro do vento ou levada das mares
Acaba por se desfazer em nada
Espalhando-se pela imensidão.













Nenhum comentário:

Postar um comentário